Procuro no recôndito do peito essa imagem, figura ÍMPAR a arquitetar-me toda.
Margeada estrada no infinito azul perdida.. trazendo no Sol tão curta escalada.
Salpica no céu estrelado essa neblina e resplandece na noite em voz alada.
A ARTE do AMAR assim afasta a caminhada.
Fenda TRISTE, represada na CANÇÃO mal escolhida.
No sorver da DOR espande esse lamento.
SOLIDÃO frequente desta ALMA amargurada.
E INTROSPECTA me encontro a calmaria.

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